Nesses capítulos conhecemos Mark, um menino de 12 anos que tem câncer e sonha em escalar a montanha mais alta da América do Norte, e pra realizar esse desejo ele foge de casa acompanhado do seu cãozinho Beau, uma mochila, caderneta, lápis e uma máquina fotográfica pra registrar todos os momentos marcantes.
Mark inocentemente imaginava que seria tudo bem simples, só que as coisas se complicaram um pouquinho e imprevistos aconteceram.
E assim se encerra essa degustação, deixando aquele gostinho de quero mais.
A narrativa é alternada com capítulos em primeira pessoa sob o ponto de vista de Mark, e em mini capítulos narrados em terceira pessoa onde acompanhamos o drama da família e a preocupação de sua melhor amiga Jess, essa alternância funciona magnificamente.
A narrativa é direta, simples e fluida.
Por se tratar de um sick-lit envolvendo criança, eu fiquei com receio de encontrar algo muito denso e triste, mas até o momento a leitura foi bem leve e tranquila.
Agora só me resta conter a ansiedade e curiosidade até o lançamento pra finalmente poder concluir a leitura. E quando isso acontecer eu volto aqui com uma resenha completa e mais detalhes pra vocês.
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