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23 outubro, 2018

Quoteando A Travessia

Tudo o que emite luz deve suportar o calor do fogo. Viktor Frankl


A Cabana nunca conseguiu prender minha atenção desde o inicio, mas, William P. Young enlaçou-me numa caminhada extensa, pedregosa, revigorante e transformadora de A Travessia.

Tony é multimilionário e de difícil temperamento. Além de muitas outras coisas, falta-lhe percepção de que está se destruindo e a todos ao seu redor. Não bastassem muralhas em seu universo, ele cultiva amargas relações familiares, que o levaram a um duplo divórcio com Loree, a repulsa da filha Angela e o traumático e humilhante contato com Jacob, seu irmão.

04 julho, 2018

Fique por Dentro: Junho


Olá leitores.
O mês por aqui não foi nada produtivo com relação a leitura e filmes, mas quero deixar anotado minha evolução com as séries.
Esse mês li apenas um livro que não foi nada do que eu esperava, tinha altas expectativas, na verdade sempre tenho quando se trata de Sophie Kinsella.
O enredo de Mas tem que ser mesmo para sempre? demora pra engrenar e só a partir de 50% da leitura compreendi que a proposta ali era mais densa e complexa, diferente de tudo que já li da autora. A parte cômica até me fez dar boas risadas...mas essas cenas foram mínimas. Fiz uma leitura arrastada, mas a história teve seu lado envolvente e a leitura fluiu quando deixei de procurar a autora de chick-lit.
Enfim, avaliei o livro com apenas 3 estrelinhas, e Fiquei com seu Número continua sendo meu favorito da autora.
Ainda estou lendo O Conde de Monte Cristo, esse mês dediquei pouco tempo a ele, mas ele continua caminhando pra ser um livro favoritado.

Quanto as séries, meu mês foi um sucesso, nunca passei um ano tão ligada a tv, assistindo lançamentos e colocando em dia as atrasadas.
Esse mês concluí Gossip Girl, e foi muito bacana acompanhar as travessuras e a evolução dessa galerinha de Manhattan.
Comecei a assistir novamente Pretty Little Liars, estou no 15º episódio da 1ª temporada e dessa vez pra concluí... essa é mais uma das antigas que vou engrenar e ficar em dia.
Assisti a 2º temporada de 3% e me encantei assim como a temporada anterior, uma produção nacional surpreendente e cheia de adrenalina.

Esse mês não fiz post sobre as adaptações cinematográficas porque não assisti nenhum filme...isso mesmo, nenhum, adaptado ou não...estou mesmo é viciada em séries.

Por enquanto é isso pessoal.
Beijos  e até mais!!





30 maio, 2018

Fique por Dentro: Maio


Olá amigos leitores, tudo bem?
Como os meses estão passando rápido não é mesmo? O 5º mês do ano já foi. E quem está presente aqui, deve ter notado que pelo menos uma das metas que me tiraria da comodidade eu venho conseguindo cumprir. Tenho ficado muito mais tempo em frente da tv assistindo filmes, meu limite era no máximo 50 minutos diários, não assistia filmes porque não conseguia ficar muito tempo parada olhando pra tv, hoje consigo até assistir 2 episódios seguidos de uma série rsrsrs.


Livros e Leituras
Porque não li O Conde de Monte Cristo antes? Que livro bom, que história incrível e que narrativa emocionante. Os personagens são tão bem construídos e a ambientação muito bem descrita, sem que nada seja massante. Não terminei a leitura porque trata-se de um projeto idealizados por dois IGs do instagram e o cronograma é de dois meses. Achei ótimo a forma da divisão e o tempo proposto dá pra degustar a história e não deixar nenhum detalhe passar despercebido.

As Brumas de Avalon vol.1(a senhora da magia) faz parte da minha lista anual, e também estou me fazendo a mesma pergunta: porque demorei tanto pra ler? Já conhecia a autora, e tinha altas expectativas quanto a esse livro, e afirmo que todas foram supridas. Uma escrita fluida, uma história que prende do início ao fim e nada tem exaustiva. Fazendo minhas pesquisas, descobri que tem alguns livros  anteriores relacionados a essa série: Queda de Atlântida(vol I 2 II); Ancestrais de Avalon; Casa da Floresta; Senhora de Avalon; Sacerdotisa de Avalon e só então as Brumas de Avalon. Os livros são independentes mas existe uma ligação entre cada um. Pergunta: Fiquei feliz com essa informação? Resposta: Mega feliz, adoro essa autora e sua forma singular de trazer complexidade pra suas tramas.


Filmes e Séries
Tão bom ver que estou conseguindo finalmente levar adiante e tirar da lista séries que comecei há anos. Gossip Girl está prestes a entrar pra essa lista(e já estou pensando qual será a próxima). Esse mês assisti os 2 últimos episódios da 4º temporada, concluí a quinta e assisti 3 episódios da 6º e última temporada. É uma série bem teen e cheia de futilidades, mas serviu para o propósito: relaxar.

Assisti também La Casa de Papel, que começa 'toda toda', cheia de adrenalina, prometendo muita aventura, colocando a expectativa lá em cima e...acaba deixando a desejar com cenas que não convencem. Assisti a primeira temporada, e só vou seguir adiante pra sanar minha curiosidade sobre um único personagem que merece minha atenção: o professor.
No que diz respeito a filmes, além das adaptações que citei neste post assisti a 
Pedro Coelho, uma animação misturada com personagens reais(acho que é isso), amei toda lindeza desse filme, desde a história super divertida a delicadeza dos personagens.
O último caçador de Bruxas não faz meu estilo, mas pra fazer companhia ao marido acabei assistindo e até que valeu a pena, não tem nada de tão assustador.
O planeta dos macacos foi reprise, já assisti 3x e adoro. Agora preciso assistir a continuação.

O que vocês tem assistido? Me contem, me deixem dicas de filmes ou séries.

Beijos e até mais.


28 maio, 2018

Adaptações Literárias #5 - Maio


Olá leitores, tudo bem?
O andamento do blog está lento, mas ainda(ainda) não paramos.
Esse mês não rendeu muitas adaptações, porque tive vontade de me jogar mais em séries e filmes fora da minha lista.
Então no post de hoje vou falar brevemente das duas adaptações que assisti. E apesar de ter sido apenas isso, estive verificando minha lista e estou feliz, porque não fazia ideia de que conseguiria levar adiante, e posso dizer que já assisti um número considerável de adaptações...isso sem falar de filmes fora dela...então já posso dizer que 2018 tá sendo bem sucedido no quesito cinema.
Chega de blá blá blá e vamos aos filmes.






Madame Bovary foi escolhido esse mês  sem motivo especial, estava disponível na Netflix e aproveitei.
Não li o livro, mas entendi perfeitamente o filme, mas acredito que não fez jus a narrativa e deve ter deixado muita coisa de fora(o que é até aceitável, já entendemos perfeitamente que são dois universos diferentes: cinema e livros).
Foi um filme bem morno mesmo, achei bem sem graça pra um clássico tão aclamado, acredito que o livro tem um potencial que não foi transmitido aqui. Posso dizer até que decepcionante por conta daquele desfecho...tão repentino. Não senti emoção e não consegui uma conexão com os personagens.




Mais um que não li o livro, e confesso que procrastinei pra assistí-lo, apesar de morrer de curiosidade tinha medo de encarar todo drama dessa história pesada.
Um filme que vai direto ao ponto e choca, passa emoção e causa tensão nos momentos que são retratados pelo ponto de vista de uma criança.


Sem mais delongas, o post de hoje termina aqui, e na quarta-feira tem post sobre minhas leituras do mês e com outros filmes e séries que assisti.

Aguardo vocês.
Beijos e até mais!!




07 maio, 2018

Quoteando Os Quase Completos

__ Não sou o único ser humano da face da Terra que está insatisfeito com a vida... Por que escolheu a mim para fazer tudo isso?
__ De forma alguma. Você apenas me convenceu.
__ Bom, é fato que algumas pessoas, às vezes, precisam de mais estímulos do que outras. Mas sinto lhe dizer que está errado. Eu jamais o escolhi... Em algum momento, eu o forcei a entrar no ônibus? Não, meu caro amigo. Foi você quem se convenceu. É humano acreditar que as coisas  em nossa vida acontecem sempre por interferência de outra pessoa.


Se por acaso você acordar e perceber que algo mudou a rota de seu destino, não aceite o que não te realiza... Pare, respire e busque ânimo, nunca empecilhos, abra a porta e tome um caminho até seus aguardados sonhos. Não subestime sua força, mergulhe ou corra atrás de sua missão ou objetivo, que nasceu para ser, para exercer no universo, por mais que te julguem.

02 maio, 2018

Lançamentos Faro Editorial - Maio




Sinopse: A  Faro  Editorial  lança  este  mês  “Pós  Verdade  -  A  nova  guerra  contra  os  fatos  em  tempos  de  fake  news”  do  jornalista  político  britânico  Matthew  d’Ancona.  Em  Pós-verdade,  o  jornalista  britânico  Matthew  d’Ancona  mostra  por  que,  depois  que  se  perde  a  confiança,  as  teorias  conspiratórias  prosperam,  a  autoridade  da  mídia  definha  e  as  emoções  importam  mais  do  que  os  fatos.  Além  disso,  revela  o  motivo  pelo  qual  as  campanhas  políticas  atuais  recorrem  à  pós-verdade  e  aos  fatos  alternativos  para  conquistar  eleitores  resignados  e  apáticos.  Matthew  investiga  como  chegamos  até  aqui,  explica  por  que  a  resignação  não  é  uma  opção  e  revela  como  podemos  e  devemos  nos  defender  e  contra-atacar.  

30 abril, 2018

Fique por Dentro: Abril


Mais um mês que chega ao fim e eu acho que desde a minha adolescência eu não tinha um período tão dedicado à TV como esse ano de 2018. Foram muitas séries e filmes, mas as leituras ainda não voltaram a fluir por aqui.
Confiram abaixo todos os detalhes.
Livros e Leituras
Elienae
Olá, olá, leitoresmigos! Como foi abril para vocês? Para mim no quesito leitura foi surpreendente por leituras que jamais pensei que me deixariam realizada e no fim do mês fiquei frustrada, pois abandonei duas leituras que a expectativa estava lá em cima, isso me deixou bastante angustiada, mas, quem diria, foi um estreante nacional que me equilibrou novamente... Simbora conhecê-lo?

27 abril, 2018

Adaptações Literárias #4 - Abril


Oioi leitores, quanto tempo hein? Como estão? Saudade de  vocês.
Olha que abril foi o meu mês de cinéfila viu, além das adaptações que estão nesse post, ainda assisti outros filmes e muitas séries(no post de encerramento mensal tem mais)...já que a leitura não flui, pelo menos eu estou conseguindo ficar sentada em  frente a TV e colocar o catálogo em dia.



23 abril, 2018

Quoteando A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver

_ E você? ...
_ Sou médica. 
_ Mesmo? Que Máximo! Qual é a sua especialidade?
Segundos de dúvida. O que vou responder?...
_ Eu cuido de pessoas que morrem.
Segue-se um profundo silêncio. Falar de morte em uma festa é algo impensável. O clima fica tenso... Será que algum dia as pessoas serão capazes de desenvolver uma conversa simples e transformadora sobre a morte? Mas de quinze anos se passaram desde esse dia em que saí do armário. Assumi minha versão “cuido de pessoas que morrem” e, à revelia de quase todos os prognósticos da época, a conversa sobre a morte está ganhando espaço na vida. A prova disso? Estou escrevendo esse livro, e tem quem acredite que muita gente vai ler.

16 abril, 2018

Destaques Especiais de Tartarugas Até Lá Embaixo

O ser humano é tão dependente da linguagem que, até certo ponto, não conseguimos entender o que não podemos nomear... Usamos termos genéricos, como maluco ou dor crônica, termos que ao mesmo tempo marginalizam e minimizam. Dor crônica não exprime a dor inescapável, persistente, constante, opressiva. E o termo maluco chega até nós sem nem um pingo do terror e da preocupação que dominam você. E nenhum dos dois transmite a coragem das pessoas que enfrentam esse tipo de dor, e é por isso que eu encorajaria você a enquadrar sua condição mental numa palavra que não maluca.

09 abril, 2018

Quoteando A Guardiã de Histórias


__ Meu irmão deixou um buraco que está começando a fechar. E quando isso acontecer, ele terá partido. Partido de maneira real e verdadeira.
__ Se você quer dizer pequenas coisas, como o som exato da voz dele, o tom do cabelo, então tudo bem, está certo. Você vai esquecer. Mas Ben não é essas coisas, sabe? Ele é seu irmão. É feito de cada momento da vida dele. Você nunca vai se esquecer de tudo isso.

A morte é um grande mistério e disso já sabemos, mas, nem todos possuem a mesma interrogação sobre esse assunto. Minha maior curiosidade está ligada ao que lemos, aprendemos, vivenciamos. Tudo será perdido?

O livro A Guardiã de Histórias, de Victoria Schwab, aguçou e alimentou minha interrogação, por isso compartilho uma breve reflexão e algumas citações belíssimas dessa obra.

Como seria se nossa história ficasse à disposição sempre, após a passagem? Não estou falando de fotos, caligrafias em diário, recados e toques. Estou falando de um Arquivo repleto de sensações diversas e heranças mais significativas do que valores financeiros deixados no outro lado.
"Todas as vezes que eu tocava alguma coisa, em alguém, pensava: isso vai ficar registrado. Minha vida vai virar um registro de todos os momentos. Ela pode ser fragmentada dessa maneira. Eu apreciava a lógica daquilo, a certeza."
Nesse ambiente com ares de biblioteca, zelado por bibliotecários e demais funcionários, seríamos Histórias para nossos laços de comunhão que ficaram para trás. Eles poderiam nos visitar sempre para continuar a aliança, lendo-nos em páginas densas de calhamaços dispostos em prateleiras que nos preservam da poeira e do esquecimento. Quantas aventuras, lágrimas, sorrisos, amores, decepções, lutas e derrotas. Derrotas? Sim. Porque nada é em vão.

Esta ideia poderia fugir das páginas de Schwab e se tornar real, não é? Quem não gostaria de continuar existindo dentro do que já foi citado e mais? Eu quero com certeza! Quero ser lembrada pelo que julgo ser imprescindível, marcando de forma inesquecível pessoas que me conhecem de longe e perto. Estou falando da minha e da sua Essência. Legítima, autêntica e irrevogável dentro dos livros-seres que somos.

Mas, que não nos percamos em páginas rasgadas pela vida, por meio de escolhas feitas antes da despedida...
Não somos nada além de momentos registrados. 
A única maneira de realmente registrar uma pessoa não é em palavras, não em retratos fixos, mas em pele, ossos e memórias.
Conhecimento é poder, mas a ignorância pode ser uma benção.
Se eu tivesse escolha, iria preferir a viver com o que aprendi.
Deixamos lembranças nas coisas que amamos e guardamos, coisas que usamos a ponto de as deixarmos gastas.
Nem todas as lembranças valem ser guardadas.
A ignorância pode ser uma benção, mas só se superar a curiosidade.
O medo nos mantém vivos.
Todas as coisas são valiosas à sua própria maneira.
Sempre achei que o papel era uma via de mão única, um lugar de anúncios, não de diálogo.
A curiosidade é uma droga de passagem para a simpatia. Simpatia leva à hesitação.
Verdades parciais são muito mais confusas do que mentiras completas.
As coisas doem ainda mais quando as vemos.
As pessoas são feitas de ruídos, Mac. O mundo é cheio deles. E encontrar o silêncio não é uma questão de empurrar tudo para fora. Apenas de se colocar para dentro. Só isso.
Não é estranho? É como se, depois de eles morrerem, a gente só conseguisse lembrar das coisas boas. Mas ninguém é só coisas boas.
Os mortos são silenciosos, e os objetos, quando guardam impressões, nada dizem até que os toquemos.



04 abril, 2018

Você Viu? The Beginning


"A resposta não está na superfície. Ela está sempre nos bastidores."
Então, ontem assisti mais uma série original Netflix e fiquei como? Ininterruptamente acordada até às 2h, deixando para encerrar os dois últimos episódios hoje.

A trama se passa no reino de Cremona, cidade velha. Em mais uma madrugada de terror, os irmãos Crouse perseguem na floresta sua vitima de estupro. Quando a alcançam, algo ou alguém com uma lâmina poderosa dilacera friamente os psicopatas. De manhã no local do crime são deixados uma pena negra entre os corpos e uma assinatura marcada na árvore: “BIIII”.
"Força física ou poderes especiais não o tornam mais forte."
O investigador Keith Flick retorna à força policial, comandando as buscas a partir desse crime onde a vítima é a única encontrada viva. Mesmo com uma genialidade surpreendente, extremamente observador e sonolento. Sua aparência é desgrenhada, desmazelada, expondo que por trás da amargura e grosseria há um passado repleto de mágoa e dor que não expõe. Aqui e agora, seu único objetivo é desvendar as muitas charadas ao redor do Serial Killer e justiceiro “B”, que traz em sua ficha criminal o assassinato de 15 poderosos criminosos, deixando sempre o silêncio de suas vítimas.
__ Na faculdade, eu sempre pensava em uma coisa. Eu imaginava se conseguiria desenvolver um remédio para o seu mau gênio.
__ Duvido. Para começar, seres humanos não foram projetados por humanos.

Uma segunda figura surge pelos cantos da cidade carregando leveza e silêncio. Esta pessoa é Koku. Jovem sensível, inteligente, não possui tecnologias e seu prazer está nos livros e na solidão. É artesão e trabalha na reconstrução de violinos e deles extrai o mais perfeito som! Há uma neblina em seu olhar que ninguém consegue enxergar, por isso é perceptível que há muito escondido por baixo da aparência frágil, filosófica e sensata.

Com tantas lacunas sem respostas palpáveis, encontrei entre os personagens e os mistérios a presença de um laço inimaginável entre eles. Sem pressa, curtindo diálogos e cenas, aos poucos tudo se desdobra expondo deuses, humanos, demônios, códigos, ciência e toques perfeitos de humor.
"Você sabe como a cor preta é formada? Ela é a mistura de todas as cores. É por isso que a cor preta não se contamina com as outras. É a cor perfeita. A cor ideal para um rei."
Apesar da carga de violência, ação e sangue jorrando nos momentos mais tensos, encontrei  um universo admirável em The Beginning, que conta ainda com uma abertura lindíssima e música tema de arrepiar, que pode ser ouvida aqui no post! Foi impossível deixar de conectar à Arte virtual e manual tão cheia de maravilhosos perfeccionismos, adicionando realidade em todas as sequências, imagens e tons inúmeros e vibrantes por toda a série.

Por enquanto somente uma temporada está disponível na Netflix, mas, aguardo com certeza a continuação ou nova produção desse brilhante Anime! O que mais posso dizer? Assista e curta o quanto antes!

"A manhã vai chegar para o mundo, quer estejamos nele ou não.”




30 março, 2018

Fique por Dentro - Março


Olá leitores, tudo bem com vocês?
No decorrer da postagem vocês perceberão que minha contribuição no quesito leituras é baixíssima, isso porque precisei tomar uma decisão importante e com isso me privar um pouco desse ato que amo mas que exige tempo. Então nos momentos de folga e pra relaxar estou optando por filmes e séries, algo mais rápido.
Vou tentar cumprir minha lista de leituras para 2018 assim como a leitura dos contos de Clarice lendo sempre que possível, mas não vou ficar me fazendo essa cobrança e lendo apenas para cumprir com o programado se minha consciência ficar me cobrando que tenho outras tarefas para realizar, leitura deve e tem que ser por prazer sempre.
Mas o blog não para, claro, temos a Naia que está aqui há um ano e vem fazendo um excelente trabalho. As postagens vão continuar, com resenhas, dicas de filmes, séries, quotes e novidades.
Agora vamos ao propósito do post de hoje.

28 março, 2018

Adaptações Literárias #3 - Março


Olá, como vocês estão? Assistindo muitos filmes?
Esse mês assisti menos que o mês passado, mas também porque me joguei em séries, vou falar sobre isso no post de fechamento do mês que sai na sexta-feira.
Só fiz uma leitura das quatro adaptações que assisti.
Vamos lá.

23 março, 2018

Você Viu? Re: Mind

“Cada isso nos lembra um aquilo.”Ernest Hemingway



Onze garotas vestidas de uniforme escolar despertam numa sala misteriosa. Entre tantas coisas que há nesse lugar, logo fica em evidência diversos relógios de modelos e tamanhos diferentes com horários modificados.

15 março, 2018

Quoteando A Mulher na Escada

"Para ser jovem, é preciso sentir que tudo o que deu errado, tudo o que foi desperdiçado ou quebrado, vai se acertar em algum momento."

Em Frankurt, um jovem advogado recebe em seu escritório um bizarro triângulo amoroso que luta insanamente pelo direito de posse de uma tela chamada A Mulher na Escada. Entre guerras e tréguas, ele descobre que o trabalho acarretou surpresas, decepções e perigos em sua vida e profissão.
Ao lado esta a tela Ema (Ato numa escada) de Gerhard Richter.

Muitos anos depois ele agora é um senhor, e em uma visita no museu da Austrália, reencontra a tela, a mulher e os ressentimentos que outrora deixaram doloridas cicatrizes, retomam com força a partir desse reencontro. Reflexões, descobertas e mudanças inesperadas começam a aflorar em sua essência, libertando-o de prisões iniciadas desde sua infância, passando pela vida adulta até o encontro com esta figura feminina e enigmática... 

Compreendi as questões envolvidas, os ensinamentos e as reações humanas que o autor elaborou e administrou em seu protagonista. Desde o início o romance pareceu-me interessante, mas, a partir da segunda parte, o livro para mim perdeu o rumo e começou a ruir lentamente, até se tornar uma leitura morna e com personagens secundários nada convictos, sem emoção, mesmo se tratando de sentimentos intensos.

Aprecio demais história sobre relações humanas e suas metamorfoses ambulantes, repletas de dores, evoluções, aprendizados e alegrias viscerais, entretanto, não consegui me envolver por completo com a obra de Bernhard Schlink, mas, alimentei-me de várias citações significativas que me conduziram até o fim dessa leitura de apenas 210 páginas.

Então, deixo aqui os quotes e esta dica de leitura, quem sabe você consiga apreciar mais esse lançamento do mesmo autor de O Leitor! Pois até a adaptação cinematográfica deste para mim não funcionou.
"Talvez se aprenda mais sobre mulheres e amor quando se tem mãe e irmãs."
"Quando o 'eu te amo' não soa bem, deve-se calar a boca. Mas a boca transborda o que inunda o coração."
"Não importa onde se esteja, a vida cotidiana não é só felicidade e desgraça, justiça e injustiça, mas existe beleza."
"O primeiro risquinho no carro novo dói bem mais do que os futuros maiores."
"As grandes e antigas derrotas levam nossa vida para uma nova direção. As pequenas não nos modificam, mas nos acompanham e nos atormentam, um pequeno espinho permanente na carne."
"Talvez quem viva numa bolha realmente enxergue o mundo lá fora como um clichê."


08 março, 2018

No Mês das Mulheres Leia essas Autoras




Hoje é dia internacional da mulher, e por isso esta semana só teremos mulheres em todos os posts. 
Nesta semana especial, estamos liberando posts com indicações de livros, filmes e séries onde mulheres guerreiras, incansáveis, batalhadoras são o destaque.
Na terça-feira saiu post sobre a série Juana Inés, disponível na Netflix, onde mostra a luta da mulher por espaço no século XVII.
Na quarta-feira continuamos com mais uma série, The Bletchley Circle, tendo como plano de fundo a Segunda Guerra Mundial(pós) e 4 mulheres fortes e empoderadas numa época onde grande parte das mulheres só cuidavam do lar, imaginem quanto machismo encontraram!!

E hoje, eu quero indicar 5 autoras incríveis, que de alguma forma abordam em seus textos os desafios, os obstáculos, as dificuldades, o preconceito, a discriminação e a luta pra se conseguir um espaço na sociedade.

07 março, 2018

The Bletchley Circle: Mulheres Comuns? Jamais!

Décadas significativas muitas vezes são esquecidas, mesmo com marcantes mudanças.
O agora se chama presente, com vívidos segundos e minutos frenéticos se tornando em um recente passado...
E o futuro? Incógnito e medonho... Continuaremos a levantar nossa voz pelo direito de não ser comuns?

Não sabemos em que parte do círculo da existência estamos, mas, enquanto houver um sexo (nada) frágil, independente da raça, orientação sexual e limitações físicas/mentais, se dispondo a administrar máquinas e leis com sensibilidade e raciocínio sensitivo, nos conscientizaremos que combates nunca deixarão de existir nesse universo caótico que vivemos. Isso também aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial, onde, mesmo com dificuldade, mulheres desbravaram preconceitos e conseguiram deixar sua marca, trabalhando com a máquina Enigma. Graças aos relatos históricos, temos diante de nossos olhos muitas passagens transformadoras da feminilidade através da sétima Arte, textos etc.

Recentemente assisti a série The Bletchley Circle, pela Netlflix que traz novamente fatos interessantes sobre essas heroínas.
__ Todas as tropas estão se movendo por nossa causa. Nada mau para umas moças comuns...
__ Moças comuns? Você não seria comum nem se tentasse.
__ Quando isso acabar não teremos que ser comuns?
__ Não vou permitir.

As verdadeiras decifradoras de códigos de Bletchley.
Em Bletchley, numa instalação secreta, há um número de mulheres exercendo o cargo de decodificadoras, na função de criptografar códigos e padrões alemães para o exército britânico durante a Segunda Guerra Mundial. Desse grupo destacam-se quatro mulheres: Susan (grande matemática), Millie (tradutora), Lucy (com excelente memória fotográfica) e Jean, (ocupando um cargo que obtém documentos e outros privilégios).

Nove anos depois de vivenciar grandes aventuras em um período repleto de desafios com coragem e capacidades peculiares, elas se encontram num recente momento esquecidas pelo tempo, sentindo-se inúteis, envolvidas por escolhas duvidosas em uma época machista e dominadora. Ao saber pelo rádio sobre alguns misteriosos assassinatos próximo ao seu bairro, Susan sente que esse pode ser o momento de se erguer, junto com suas ex colegas de trabalho, mostrando-se apta para a sociedade novamente, não à frente de uma máquina, mas decifrando a mente doentia de um assassino silencioso e invisível.


Em segredo e com sensatez, elas buscarão solucionar mais esse mistério, provando que realmente o comum não faz parte de suas vidas.

__ Podemos ser úteis de novo.
__ Como assim, de novo?__ Acha que não somos úteis agora?
__ Nós fazíamos diferença. Todos os dias. Salvávamos vidas, lutávamos. Não como os homens, claro, mas fazíamos nossa parte.



Nenhuma pessoa é comum. Guerras? Sempre existirão, silenciosas ou não. HOJE ainda é possível decodificar problemas, reconstruir histórias e plantar palavras de vida no espaço que habitamos, porque estamos vivos e isso já faz toda diferença! Você, mulher, já pensou sobre isso?

Enfim, não deixe de assistir TBC! Boa sessão!





06 março, 2018

Você Viu? Juana Inés

"Só desejo estudar para aprender e ter tempo para escrever."

Empoderamento feminino na metade do século XVII? Ah sim, amigxs! Nós tivemos! Acredito que não foram poucas as valorosas mulheres que lutaram pelo seu espaço nos primórdios, mas, aqui e agora em especial, quero compartilhar sobre uma mulher que foi chamada de A Fênix da América e A Décima Musa. Uma desbravadora que eu desconhecia, mas vasculhando o catálogo da Netflix, encontrei sua história bem escondidinha por ali. Sem mais delongas, apresento a nova-espanhola Juana Inés de La Cruz, (1651/1695), religiosa, poetisa e dramaturga.

19 fevereiro, 2018

Quoteando Todas as Probabilidades do Amor

“O que seria da humanidade se todos fizessem apenas o que deveriam fazer? Jesus deveria ter sido carpinteiro. O que teria acontecido se ele não quebrasse as regras e se tornasse o Filho de Deus?”


Estive nas nuvens pensando e escrevendo sobre a inspiração bem humorada, reflexiva e doce de Rebekah Crane, apresentando quatro histórias estremecidas que buscaram se salvar pela união, então nesse post quero frisar somente mais uma vez que podemos ser ou estar quebradas por conta do acaso ou do destino que cismou de trazer demolições em nosso quadrado... Que seja! Importa que possamos recolher os cacos e seguir sem parar, prosseguir sendo o bem na vida do outro, equilibrando as dores em comum, se dividir em vários abraços e erguer a mão alimentando e orientando o outro ou aquele que mal conhecemos.


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