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28 maio, 2018

Adaptações Literárias #5 - Maio


Olá leitores, tudo bem?
O andamento do blog está lento, mas ainda(ainda) não paramos.
Esse mês não rendeu muitas adaptações, porque tive vontade de me jogar mais em séries e filmes fora da minha lista.
Então no post de hoje vou falar brevemente das duas adaptações que assisti. E apesar de ter sido apenas isso, estive verificando minha lista e estou feliz, porque não fazia ideia de que conseguiria levar adiante, e posso dizer que já assisti um número considerável de adaptações...isso sem falar de filmes fora dela...então já posso dizer que 2018 tá sendo bem sucedido no quesito cinema.
Chega de blá blá blá e vamos aos filmes.






Madame Bovary foi escolhido esse mês  sem motivo especial, estava disponível na Netflix e aproveitei.
Não li o livro, mas entendi perfeitamente o filme, mas acredito que não fez jus a narrativa e deve ter deixado muita coisa de fora(o que é até aceitável, já entendemos perfeitamente que são dois universos diferentes: cinema e livros).
Foi um filme bem morno mesmo, achei bem sem graça pra um clássico tão aclamado, acredito que o livro tem um potencial que não foi transmitido aqui. Posso dizer até que decepcionante por conta daquele desfecho...tão repentino. Não senti emoção e não consegui uma conexão com os personagens.




Mais um que não li o livro, e confesso que procrastinei pra assistí-lo, apesar de morrer de curiosidade tinha medo de encarar todo drama dessa história pesada.
Um filme que vai direto ao ponto e choca, passa emoção e causa tensão nos momentos que são retratados pelo ponto de vista de uma criança.


Sem mais delongas, o post de hoje termina aqui, e na quarta-feira tem post sobre minhas leituras do mês e com outros filmes e séries que assisti.

Aguardo vocês.
Beijos e até mais!!




30 abril, 2018

Fique por Dentro: Abril


Mais um mês que chega ao fim e eu acho que desde a minha adolescência eu não tinha um período tão dedicado à TV como esse ano de 2018. Foram muitas séries e filmes, mas as leituras ainda não voltaram a fluir por aqui.
Confiram abaixo todos os detalhes.
Livros e Leituras
Elienae
Olá, olá, leitoresmigos! Como foi abril para vocês? Para mim no quesito leitura foi surpreendente por leituras que jamais pensei que me deixariam realizada e no fim do mês fiquei frustrada, pois abandonei duas leituras que a expectativa estava lá em cima, isso me deixou bastante angustiada, mas, quem diria, foi um estreante nacional que me equilibrou novamente... Simbora conhecê-lo?

27 abril, 2018

Adaptações Literárias #4 - Abril


Oioi leitores, quanto tempo hein? Como estão? Saudade de  vocês.
Olha que abril foi o meu mês de cinéfila viu, além das adaptações que estão nesse post, ainda assisti outros filmes e muitas séries(no post de encerramento mensal tem mais)...já que a leitura não flui, pelo menos eu estou conseguindo ficar sentada em  frente a TV e colocar o catálogo em dia.



30 março, 2018

Fique por Dentro - Março


Olá leitores, tudo bem com vocês?
No decorrer da postagem vocês perceberão que minha contribuição no quesito leituras é baixíssima, isso porque precisei tomar uma decisão importante e com isso me privar um pouco desse ato que amo mas que exige tempo. Então nos momentos de folga e pra relaxar estou optando por filmes e séries, algo mais rápido.
Vou tentar cumprir minha lista de leituras para 2018 assim como a leitura dos contos de Clarice lendo sempre que possível, mas não vou ficar me fazendo essa cobrança e lendo apenas para cumprir com o programado se minha consciência ficar me cobrando que tenho outras tarefas para realizar, leitura deve e tem que ser por prazer sempre.
Mas o blog não para, claro, temos a Naia que está aqui há um ano e vem fazendo um excelente trabalho. As postagens vão continuar, com resenhas, dicas de filmes, séries, quotes e novidades.
Agora vamos ao propósito do post de hoje.

28 março, 2018

Adaptações Literárias #3 - Março


Olá, como vocês estão? Assistindo muitos filmes?
Esse mês assisti menos que o mês passado, mas também porque me joguei em séries, vou falar sobre isso no post de fechamento do mês que sai na sexta-feira.
Só fiz uma leitura das quatro adaptações que assisti.
Vamos lá.

26 fevereiro, 2018

Adaptações Literárias #2


Oioi pessoal!!!
Feliz com mais um mês bem sucedido no quesito filmes.
Foram 5 adaptações em fevereiro, e todas super valeram à pena. Ressalto aqui que, com exceção de Cinderela, não li nenhum dos livros.
Vamos lá?

29 janeiro, 2018

Adaptações Literárias #1


Olá, tudo bem com vocês?
Como falei nesse post aqui, vou dedicar uma parte do meu tempo pra assistir mais filmes, priorizando inicialmente as adaptações literárias.
Segue abaixo os filmes que consegui assistir em janeiro. Foram 6 filmes.



15 janeiro, 2018

Projeto: Adaptações Literárias


Oi leitores, tudo bem?

Quem aí gosta de filmes? 
Está sempre com a listinha atualizada e morrendo de expectativas pelo próximo lançamento?
Cinema é a sua praia?
É um cinéfilo de plantão?
Palmas pra você.

08 julho, 2017

Fences: As nossas Cercas Emocionais


A vida que se encontra estagnada dentro de um limite mental, visto como uma proteção para novas decepções, na verdade se torna uma cerca aprisionando os traumas em nós, porém, não precisamos prosseguir permitindo que essas dores continuem a nos atormentar para sempre… As sequelas que se formaram precisam ser removidas todas as manhãs quando somos despertados de um sono profundo para experimentar uma nova oportunidade de se permitir conhecer o que estará do outro lado de nossa porta aguardando um momento certo em nosso agora para iniciar mudanças necessárias nesse movimento de peregrinação constante que é a vida…

22 junho, 2017

Mesmo Se Nada Der Certo...Comece de Novo


"Será que todos somos estrelas perdidas tentando iluminar a escuridão?" Lost Stars (Estrelas Perdidas)


Um encontro de duas histórias aparentemente fracassadas e abandonadas por si mesmas por não saberem lidar com o NÃO que a vida tanto nos entrega… Assim começa um filme que me fez paralisar do início ao fim, sem que eu esperasse esta reação.



Nada combinando com o gênero comédia romântica ou musical, apesar das várias canções e um certo toque romântico nas cenas. O filme “Mesmo Se Nada Der Certo“, título que, na minha opinião, foi erroneamente recebido no Brasil, nos apresenta Dan Mulligan (Mark Rufallo), um produtor musical falido e quase desempregado, e a inglesa Gretta James (Keira Knightley), uma desiludida compositora/ intérprete, morando em Nova York, abandonada pelo seu namorado e parceiro de composição, Dave Kohl (Adam Levine, em sua estreia como ator), que seduzido pela fama e sucesso, se vende aos holofotes.

09 junho, 2017

Cantando na Chuva: What A Glorious Feeling! Porque Dias Cinzas são Lindos!


O verão já se foi, permitindo que um caminho seja aberto para que minhas estações preferidas com passos moderados se aproximem aos poucos de minha vida…
Estamos no outono e sua presença me puxa quase todos os dias para ficar um pouco à janela de minha sala. Como tudo pra mim é Arte, transformo a janela em uma tela viva, com muitos tons frios, porém vivos, porque a cena muda constantemente, conforme os movimentos das horas. Em um momento as nuvens se entrelaçam, formando imensas bolas de algodão, em outro, elas se assemelham a um asfalto espelhado no céu, porque tudo fica cinza carbono. É possível visualizar o vento usando as folhas dos coqueiros para dançar, sempre em um vai e vem até alcançar os cachos dos meus cabelos e depois prosseguir o seu caminho que nunca sei em que destino irá descansar. De repente é calor, depois é frio e tudo continua a se modificar na tela! O frio traz um aconchego preparando a chegada da minha alegria… e aí vem ela… A chuva! Ela é uma visitante inesperada no final de mais um dia de outono, com gotas espessas, semelhante às pincelas irregulares desses pintores impressionistas. Suas águas impetuosas põem um ponto final no passeio do meu filho Marvin, que assustado decide correr para dentro de casa, e eu sorrio e agradecendo a ajuda que vem do céu. Às vezes ela decide nos visitar durante as madrugadas, oferecendo aquela sensação calma para relaxar, daí, nada é mais necessário do que parar e ouvi-la criando seus sons particulares no teto de minha casa, mas antes que consiga me adormecer, chego a pensar ou a sonhar que estou novamente diante da janela-tela, prosseguindo com o mesmo ritual em observar a vida que o inverno traz, cheia de chuvas e frio, me envolvendo por alguns meses com boinas, cachecóis, luvas e sorrisos.

05 junho, 2017

Você Viu?... O Som do Coração

“Sabe o que é música?- Ligação harmônica entre todos os seres vivos”.

Tenho tido o privilégio de acompanhar a performance sensível do ator Freddie Highmore na série Bates Motel. Não o conhecia tão bem assim antes, mas todas as vezes que meus olhos alcançam sua interpretação, tudo, tudo o que está ao redor dessa história de suspense se evapora simplesmente pela presença marcante em todos os episódios em que ele entra em cena, seja ela cômica, dramática, sensível ou aterrorizante, encarnando o personagem Norman Bates.

02 junho, 2017

Nise – O coração da Loucura

O que mais nos falta acontecer quando as mazelas cotidianas unidas às nossas confusões interiores fazem-nos vivenciar as doenças emocionais? Mas… e se por outro lado,  através de nossas intempéries nascidas de capítulos diários, surpreendentemente venhamos a descobrir uma saída para viver dentro do universo caótico contemporâneo cercados de muros de incertezas, solidão e abandono de nós mesmos? Minha reflexão pode parecer muito surreal diante de algumas fatalidades insensíveis e nada poéticas em relação a assuntos relacionados as doenças emocionais, manifestada através das almas abatidas, de mentes sobrecarregadas de incertezas, negativismo e incompreensões.

Fonte de imagem: Google
“A psique, mesmo do esquizofrênico, tem um potencial autocurativo. Através do afeto forças internas podem se manifestar. O inconsciente se expressa nas atividades criativas individuais.”

21 maio, 2017

Você Viu?...The Killing

Fonte de imagem: Google
"Com convicção suficiente, a verdade é o que disser que é."

Baseada na série dinamarquês Forbrydelsen, a série estadunidense The Killing (2011 à 2014) teve desde o início altos e baixos em suas temporadas, chegando bem próxima de um cancelamento, se não fosse pela intervenção da Netflix da terceira à quarta e última temporada. Achei um tanto estranho esta informação por observar o quanto a cada 45 minutos de episódio é perceptível o quanto a história consegue prender totalmente a atenção. E foi justamente pela Netflix que agora em 2017 pude conhecer a série enquanto procurava algo do meu gênero favorito que é suspense policial.

Assim conheci Sarah Linden (Mireille Enos), uma mulher de pequena estatura, séria, ruiva, de personalidade forte e uma inteligência gigantesca. Seu marcante olhar investigativo sempre me impulsiona a tentar ler o que se passa dentro desse enigmático personagem que pouco fala, muito pensa e sem receio algum demonstra que não gosta de muitas perguntas rsrs... Sua função é desvendar crimes e não responder sobre seu passado, presente, suas opiniões ou quem ela é. Ao lado do seu mais novo parceiro Stephen Holder (Joel Kinnaman) que é tem algumas características opostas dela, nós nos tornamos o terceiro agente na investigação sobre o assassinato da adolescente Rosie Larsen.

Notei que as sequências são lentamente passadas, porém em nada atrapalha o enredo, porque nos diálogos curtos e expressões faciais que os mistérios tomam forma e são dessecados e não se perdem diante de nossos olhos ávidos na busca do assassino que poucas pistas nos permitem. E é nessa interrogação que se multiplica várias vezes durante somente um episódio que eu sinto o frenesi aumentando juntamente com a curiosidade... aí, é inevitável meu caro, leitor, sinto que é necessário assistir mais 4 ou 5 episódios antes que o sol nasça rsrs...

Fonte de imagem: Google

Bem, esta é a minha dica de hoje! Espero que tenham gostado e que venham decifrar esse mistério junto com os detetives Linden e Holder. 


28 abril, 2017

Gênio Indomável: Uma autoanálise

Fonte de imagem: Google
“Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando."Clarice Lispector
Quem nunca descobriu o reflexo de si mesmo em um filme verídico/fictício, me entregue seu controle remoto que provarei que isso é possível. Em determinado momento de minha vida, alguém fez suposições e me “descobriu” no cerne de um personagem. Por isso pude concluir que em parte a tal pessoa estava certa, pois também me encontrei dentro de algumas cenas da vida daquele personagem. Certamente o mesmo acontece com tantas outras pessoas que sem nenhuma intenção ou motivo se encontraram também dentro de uma imensa tela, no escuro de um cinema, sentindo-se sozinhas, vagando dentro de si mesmas a observar determinados acontecimentos da vida que se passou ou que é vivo e recente no dia-a-dia dentro de tantas personalidades e escolhas. Afirmo então o quanto isso não é incomum acontecer, principalmente na vida de um cinéfilo.

25 abril, 2017

Boyhood: O Tempo se excedendo pela Cinematografia

Fonte de imagem: Google
“Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então.”(Alice no país das maravilhas, Lewis Carroll)
Mergulhei em um labirinto de reflexões surpreendentes ao identificar a presença marcante do tempo como forte protagonista no filme Boyhood (2014). Um longa-metragem produzido em 12 anos e com filmagens realizadas em 39 dias. Esta belíssima obra foi escrita e dirigida pelas mãos de Richard Linklater. Com certeza durante todos esses anos, não faltaram momentos de cumplicidade, dúvidas e talvez angústias entre os profissionais envolvidos na preparação da história de uma vida que naturalmente experimentou acontecimentos e amadurecimentos perceptíveis pelos anos marcados com belas sequências cinematográficas de Ellar Coltrane, que compartilhou uma parte de sua infância e juventude para dar vida a Mason, o personagem que evolui ao lado de sua irmã Samantha (Lorelei Linklater), sua mãe Olivia Evans (Patricia Arquette), o pai Mason Evans (Ethan Hawke) e tantas outras pessoas que se tornaram peças importantes no quebra-cabeça de sua vida.

07 abril, 2017

O Amour pelos Olhos de Michael Haneke


Fonte de imagem: Google
"Uma vez li num livro que o amor não existe para nos fazer felizes, mas para demonstrar o quanto é grande a nossa capacidade de suportar a dor."
Alessandro D’avenia, Branca como a Neve,Vermelha como o Sangue



“Até que a morte os separe”... Haverá no amor, terrivelmente banalizado, algo que dê suporte para enfrentar as dores da separação causada pela morte? Eu não sei, mas uma pequena frase da canção de Léo Jayme que diz: “Amor principio de tudo...” ficou sinalizando em minha mente durante as duas horas e poucos minutos em que acompanhei o filme Amour (2012), pela visão do diretor que tira o telespectador de sua zona de conforto após conhecer suas criações. Segundo a opinião de alguns críticos, os filmes desse cineasta e também roteirista, são bombas relógios preparadas para retirar a passividade que temos diante das mazelas e segredos que insistentemente não damos atenção porque são incômodos que não queremos enfrentar, basta apenas saber que eles existem. Com um enredo simples, maquiagem e vestuário básicos, conversas tensas e tendo praticamente como único cenário um grande e silencioso apartamento, afirmo que ninguém realmente conseguirá continuar a ser o mesmo após conhecer a história do casal de músicos aposentados: Georges e Anne.

18 março, 2017

A Bela e a Fera: Filmes para o FDS


"Todos conhecem a adorável história de A Bela e a Fera..."

Essa semana foi a estréia de uma nova e tão esperada versão de A Bela e a Fera. Como não fui assistir e nem sei quando vai chegar por aqui, resolvi fazer esse fim de semana uma sessão de cinema especial com algumas versões e selecionei 3 que encontrei na internet(começando pelo desenho animado é claro), acredito que isso vai acalmar minha ansiedade...por enquanto. 
Confiram abaixo as versões que selecionei, e se você, assim como eu não tem ideia de quando vai poder assistir a versão atual, vem comigo nessa maratona.

12 janeiro, 2017

Top 5 - Melhores Filmes de 2016



2016 foi um ano com bons filmes pra quem soube se aventurar pelo cinema feito em todo o globo. Infelizmente alguns não tiveram uma distribuição satisfatória o que deixou muita gente sem conferir, mas mesmo assim o ano teve títulos fortes e também muito intrigantes. Fiz essa lista dos meus 5 filmes favoritos do ano e já adianto que tem vários que não consegui assistir (como Cinema Novo, Fences e Eu, Daniel Blake) e que poderiam até mudar a ordem dos fatores.

5º Lugar - Elle (Idem. Paul Verhoeven, 2016)



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